Nenhuma garota gosta quando a chama de “gostosa”, elas gostam quando escutam: “seu sorriso é o meu motivo pra sorrir”, nenhuma garota procura alguém para “uma noite”, elas procuram pro resto da vida. Ninguém é verdadeiramente uma “puta”, essa é só uma máscara, porque todas as garotas, no fundo, já se apaixonaram perdidamente e quebraram a cara com isso, já quiseram ser amadas, ter um amor de verdade. Toda garota já se arrumou para alguém, já quis mostrar que superou, já falou de alguém pra fazer ciúmes. No fundo, todas são iguais, mas tem aquelas que assumem tudo isso, que assume que já gostou muito de alguém e se decepcionou, e então, se apaixonou de novo e se decepcionou mais uma vez, e de novo, e de novo, e de novo… Mas nem por isso deixou de acreditar no amor. E tem aquelas que por medo ou insegurança, vestem uma máscara, tentando se mostrar durona, tentando fechar o coração pro amor, pra sempre.
- Julia H. Pereira
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Arrependimentos, invejosos e egoísmo
Você conhece pessoas que querem tirar tudo de você? Acredite quando digo tudo; seus amigos, sua melhor amiga, o menino que você gosta, o seu lugar na sala de aula, o seu lugar no coração dos outros. Quer roubar você de você mesmo. Pois é, por mais estranho que pareça, pessoas assim existem e eu conheço algumas delas. Essa história toda pode parecer fraqueza, egoísmo, até possessão, pois que pareça, não me importo. Já deixei de me importar com as coisas a muito tempo, deixei de me importar com ações desesperadas, com os sentimentos, com as pessoas, afinal, ninguém nunca se importa com isso, só eu, e eu sempre me arrependi no fim.
- Julia H. Pereira
- Julia H. Pereira
Por tudo
Desculpa, desculpa por tudo. Por todas as vezes que eu te magoei, por todas as vezes que eu fiz e falei algo que não devia, me desculpa por ser tão fraca e tão forte ao mesmo tempo, desculpa por precisar tanto assim de você, desculpa por não ser forte o tempo todo, desculpa por te amar tanto. Desculpa, desculpa, desculpa, mas é que eu tenho essa mania de cometer erros.
- Julia H. Pereira
- Julia H. Pereira
Ele?
Ele? Ele ta bem, bem longe de mim, bem indiferente pra mim. Às vezes eu sinto falta, saudades; não dele, mas do efeito dele sobre mim, saudades de como tudo era antes. Se dói? Ah, às vezes dói, mas quase nunca, ele me ajudou a enxergar o que é o amor e quem eu amo de verdade. Ele me ajudou a crescer, e a construir um muro na minha volta para que as pessoas não me machucassem mais, de vez em quando elas perfuram esse muro e acabam me machucando, mas não me desestruturo mais; agora eu sou forte! Talvez eu sempre tenha sido forte, mas não achava essa força, mas agora eu sei onde ela está e vou em busca dela o tempo todo.
- Julia H. Pereira
- Julia H. Pereira
sábado, 26 de março de 2011
Ele era o motivo
Ele era o motivo. Ele se tornou tão completa e inevitavelmente o motivo de minha existência. Simplesmente por estar lá, por sempre ter estado lá.
Afinal, ele sempre foi forte por ter ficado ao meu lado a todo o momento, talvez pelo fato de ter estado lá, de nunca ter me deixado é que eu não notei antes. Impressionante como notamos significadamente a ausência de alguém, mas a presença às vezes é quase ignorada.
Eu nunca percebi quem realmente me amava, e não me orgulho disso. Eu sempre fui tão preocupada em amar quem eu queria que me amasse, que aqueles que me amavam passaram despercebidos por mim.
E então, quando ele finalmente desistiu, quando ele resolveu ir embora, eu notei. Eu percebi que o amava e sempre o amei.
Eu percebi porque o seu sorriso não era mais visível pra mim, suas palavras não estavam mais ali para me confortar, ninguém mais notava quando eu estava triste apenas olhando pra mim, ninguém sabia quando eu precisava apenas de um abraço apenas pelo olhar.
Ele desistiu de mim.
Mas como podia? Como podia me abandonar se ele era agora o motivo de minha existência?
Não adiantava ele ir embora, não adiantava se estava perto ou longe, porque tudo o que aprendi e senti com ele, porque uma parte dele sempre estaria comigo e uma parte minha sempre estaria com ele.
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Beijos,
Julia
Afinal, ele sempre foi forte por ter ficado ao meu lado a todo o momento, talvez pelo fato de ter estado lá, de nunca ter me deixado é que eu não notei antes. Impressionante como notamos significadamente a ausência de alguém, mas a presença às vezes é quase ignorada.
Eu nunca percebi quem realmente me amava, e não me orgulho disso. Eu sempre fui tão preocupada em amar quem eu queria que me amasse, que aqueles que me amavam passaram despercebidos por mim.
E então, quando ele finalmente desistiu, quando ele resolveu ir embora, eu notei. Eu percebi que o amava e sempre o amei.
Eu percebi porque o seu sorriso não era mais visível pra mim, suas palavras não estavam mais ali para me confortar, ninguém mais notava quando eu estava triste apenas olhando pra mim, ninguém sabia quando eu precisava apenas de um abraço apenas pelo olhar.
Ele desistiu de mim.
Mas como podia? Como podia me abandonar se ele era agora o motivo de minha existência?
Não adiantava ele ir embora, não adiantava se estava perto ou longe, porque tudo o que aprendi e senti com ele, porque uma parte dele sempre estaria comigo e uma parte minha sempre estaria com ele.
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Beijos,
Julia
Verdades malditas
Hoje eu me deparei com uma verdade tão ruim. Na verdade, eu sempre soube desta verdade, mas ela nunca me atingiu, talvez, porque eu não tenha percebido o peso e o sentido dessa verdade.
Essa verdade nunca fez diferença pra mim, mas hoje fez. Porque uma onda de tristeza atingiu minha alma e tomou conta de mim.
A morte.
Eu nunca a temi, mas hoje foi completamente diferente. Hoje eu tive medo do fim da vida.
Pois... não é desesperador você saber que tudo o que você está vivendo agora, um dia não vai mais ser nada!? Não é estranho alguém estar lá, e de repente... PUF, não está mais?
Eu não senti isso quando meu avô se foi. Eu não senti tristeza, raiva, medo ou dor, nada. Não que eu seja fria, mas não senti como se ele tivesse ido embora pra sempre, eu senti como se ele estivesse em casa, vivendo, mas eu não pudesse ir visitá-lo.
Mas na verdade, é isso mesmo, não é? Quando alguém morre significa que ela voltou pra casa e que você ainda não pode ir visitá-la, não é mesmo?
Sabe, eu não fui no enterro dele, eu queria ter uma lembraça boa de meu avô, não uma lembrança ruim como aquela. Então, eu não fui. Talvez por isso eu pense que a morte é um retorno para casa.
Por tudo isso, não me importaria se eu morresse e alguém não fosse ao meu enterro, se ela se sentir melhor não indo, melhor não ir.
Mas a morte... esse meu medo repentino de morrer, me fez pensar que a vida passa muito rápido, e eu quero aproveitá-la o máximo que puder!
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Beijos,
Julia
Essa verdade nunca fez diferença pra mim, mas hoje fez. Porque uma onda de tristeza atingiu minha alma e tomou conta de mim.
A morte.
Eu nunca a temi, mas hoje foi completamente diferente. Hoje eu tive medo do fim da vida.
Pois... não é desesperador você saber que tudo o que você está vivendo agora, um dia não vai mais ser nada!? Não é estranho alguém estar lá, e de repente... PUF, não está mais?
Eu não senti isso quando meu avô se foi. Eu não senti tristeza, raiva, medo ou dor, nada. Não que eu seja fria, mas não senti como se ele tivesse ido embora pra sempre, eu senti como se ele estivesse em casa, vivendo, mas eu não pudesse ir visitá-lo.
Mas na verdade, é isso mesmo, não é? Quando alguém morre significa que ela voltou pra casa e que você ainda não pode ir visitá-la, não é mesmo?
Sabe, eu não fui no enterro dele, eu queria ter uma lembraça boa de meu avô, não uma lembrança ruim como aquela. Então, eu não fui. Talvez por isso eu pense que a morte é um retorno para casa.
Por tudo isso, não me importaria se eu morresse e alguém não fosse ao meu enterro, se ela se sentir melhor não indo, melhor não ir.
Mas a morte... esse meu medo repentino de morrer, me fez pensar que a vida passa muito rápido, e eu quero aproveitá-la o máximo que puder!
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Beijos,
Julia
Complicado
Eu nunca entendi esse negócio chamado amor. Claro, sempre soube pelo que os outros diziam, aquilo que faz você sentir borboletas no estômago, coração acelerado, mas isso nunca definiu muita coisa. Sempre me disseram que o amor era maravilhoso, meio inexplicável, forte demais.
Foi aí que eu conheci ele.
Ele de repente se tornou tudo, a razão de tudo, o motivo de tudo. Minha cabeça devagava por aí, por onde ele estava, o que estava fazendo ou pensando... Eu senti algo realmente grande em mim.
E então, eu virei viciada. É, vicei mesmo, vicei de verdade, vicei com todas as minhas forças, viciei nele, porque ele era a droga mais maravilhosa, ele se tornou necessário, na realidade, tudo nele se tornou necessário.
Necessário pois o meu dia não valia a pena se não olhasse em seus olhos, não sentisse seus braços em volta de mim ou se eu não visse o sorriso dele, o sorriso mais lindo do mundo, o sorriso capaz de fazer qualquer um sorrir também.
Eu não queria viciar nele, mas eu não consegui resistir. Eu que sempre fui tão forte, forte pra resistir muitas outras coisas, não consegui resistir a ele.
Porém, não resistindo, passei a viver com medo, medo de perdê-lo.
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Beijos,
Julia
Foi aí que eu conheci ele.
Ele de repente se tornou tudo, a razão de tudo, o motivo de tudo. Minha cabeça devagava por aí, por onde ele estava, o que estava fazendo ou pensando... Eu senti algo realmente grande em mim.
E então, eu virei viciada. É, vicei mesmo, vicei de verdade, vicei com todas as minhas forças, viciei nele, porque ele era a droga mais maravilhosa, ele se tornou necessário, na realidade, tudo nele se tornou necessário.
Necessário pois o meu dia não valia a pena se não olhasse em seus olhos, não sentisse seus braços em volta de mim ou se eu não visse o sorriso dele, o sorriso mais lindo do mundo, o sorriso capaz de fazer qualquer um sorrir também.
Eu não queria viciar nele, mas eu não consegui resistir. Eu que sempre fui tão forte, forte pra resistir muitas outras coisas, não consegui resistir a ele.
Porém, não resistindo, passei a viver com medo, medo de perdê-lo.
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Beijos,
Julia
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